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12º Princípio Ético


Trabalhando as divergências

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Evitar divergências e disputas de poder entre as lideranças dos grupos de AE.
12º Princípio Ético Familiar
Evitar disputas de poder, dinheiro e outras divergências entre seus familiares.

Trabalhando as divergências
Loudes Maria Monteiro é Coordenadora de Subgrupos de Cônjuges no Grupo Cambuí, em Campinas, SP.Nesta entrevista sobre o 12º Princípio Ético do mês, ela mostra como trabalhar divergências e poder nos subgrupos e na família. Confira!
Revista Amor-Exigente -  O que representa para você o 12 º Principio Ético de AE?

Lourdes Maria Monteiro - Harmonia  em nossa vida, conosco em primeiro lugar, para que possamos estendê-la a todos  com os quais convivemos, sejam quaisquer, os laços que nos unam.  A Bíblia diz: "No que depender de nós, façamos de tudo para viver em harmonia uns com os outros"   Rom. 12, 18

RAE -  Como você vivencia este Princípio na família?

LMM - Praticando a Espiritualidade continuamente, através da qual compreendemos nossas limitações como ser humano, porém capazes de promover mudanças em nós mesmos, que serão reflexos na mudança de comportamento dos nossos parceiros e demais componentes da família.

RAE - E no grupo?

LMM - Partilhando nossa experiência de vida, testemunhando com novas ações  modificadas pelo empenho e pela perseverança no grupo, onde a coerência toma lugar aos impulsos. Todas as modificações são gradativas e conquistadas  na troca com o grupo, que nos tira da fragilidade e nos torna fortalecidos.

RAE - Como trabalhar as divergências entre os cônjuges?

LMM - Com  o  "temperamento controlado pelo espírito", aquietamos nosso ânimo e assim aprendemos a esperar pelo melhor momento  para falar e a melhor  maneira para agir com assertividade. Compreendendo que não somos concorrentes e sim aliados, para juntos, buscarmos individualmente "ser cada vez melhor".

RAE - Como o AE pode auxiliar neste processo?

LMM - Com a  metodologia pautada nos 12 Princípios Básicos e Éticos, a Espiritualidade, as metas bem planejadas e o momento de partilha. Ainda que tropeços e quedas ocorram, temos ferramentas sólidas para prosseguirmos como um farol iluminando o caminho.

RAE - Como trabalhar o poder de forma positiva?

LMM - Poder e dinheiro estão ligados sob diversos aspectos. Felizmente, poder está ligado também  a outros segmentos, como por exemplo: informação, conhecimento e sabedoria. Portanto, é imprescindível que busquemos informação e a transformemos em conhecimento e sabedoria. Faz-se necessário  conhecer a nós mesmos, a partir de nossas raízes culturais e assim sucessivamente, como norteiam os 12 Princípios de AE. Nos tornarmos pessoas informadas nos dará poder para  perceber o mundo, seus conflitos, as saídas possíveis e nos dará o poder de decisão, de escolher entre o permanecer, o modificar ou até mesmo o de  retirar-se de determinada situação e de como  fazê-lo. Não sejamos alienados. A sabedoria nos faz humildes, abertos a ouvir o outro com atenção e com ele aprender, libertando-nos da dependência ou da codependência. É geralmente  um processo lento, porém possível. Informação e conhecimento promovem a transformação e formação de uma nova pessoa, capacitada a promover sua independência e interdependência para com o mundo. O AE nos coloca à disposição inúmeras opções de adquirirmos poder e usá-lo da melhor forma possível, através de suas publicações, cursos e programas.

RAE - Qual a importãncia dos Princípios Éticos para a recuperação?

LMM - Aprender e vivenciar os Princípios nos torna maduros e equilibrados, requisito necessário para direcionar ajustamentos nos comportamentos inadequados . Promove a percepção entre a realidade instalada e a desejada, sendo indicador de "por onde começar".

RAE - O que representa o 12º Princípio Básico para os Subgrupos de Cônjuges?

LMM - Em AE aprendemos que amor não é apenas um sentimento, mas especialmente, um compromisso e seguramente  uma ação. Amar com respeito, sem egoísmo, sem comodismo, orientando, educando e exigindo. O amor antecede  a tomada de atitude, para que essa tomada de atitude não seja rude, entretanto,  exige, para que essa tomada de atitude não seja permissiva.  Amo e exijo simultaneamente, dando equilíbrio a ambos: ao amor e à exigência. Li um artigo onde havia uma referência interessante: Quando o amor rima com dor, há uma patologia. Nos grupos  de  AE, aprendemos a curar essa patologia,  dando ao  amor  a  dimensão que ele têm, de fazer-se real pelas ações  construtivas, promovendo bem estar ao  meu eu e ao eu do outro, indiferente  às variáveis  nas quais o amor se apresenta.

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine." Coríntios 13:1

 

Categoria da Notícia  Categoria : Entrevistas
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Data da Notícia  Data : 06 Dezembro 2011, 10:12
Editor que postou a Notícia  Editor : Romina Cerchiaro
Origem da Notícia  Fonte : Redação AE
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